Pular para o conteúdo

O QUE ESPERAR DO PRODUTO d2w?

O plástico é indispensável, mas não é perfeito. 

Precisamos de plásticos que degradem naturalmente quando infelizmente são descartados no meio ambiente. 

A tecnologia d2w é um grande passo adiante nesse sentido.

Obrigado pelo seu interesse no d2w, uma tecnologia criada para reduzir o tempo de permanência dos plásticos no meio ambiente.

IMPORTANTE: Nunca descarte resíduos no ambiente. Esta embalagem ou mercadoria deve ser corretamente descartada junto aos plásticos comuns e pode ser reciclada.

A tecnologia d2w acelera significativamente o processo pelo qual os carbonos que constituem o plástico são metabolizados por micro-organismos no processo denominado de biodegradação, sem gerar microplásticos persistentes. Não quer ler? Ouça agora! Clique aqui

​O apoio às tecnologias como d2w é fundamental para o desenvolvimento social e ambiental em um planeta que precisa suportar dez bilhões de pessoas vivendo ​ com saúde, segurança, dignidade e realização pessoal. 

Plásticos com d2w não dão uma “autorização para poluir”, pelo contrário. As empresas que adotam o d2w desejam ser parte da solução, não do problema. Quem adota d2w sabe que todas as tecnologias de redução de poluição devem ser aplicadas, apoiadas e mantidas. 

Este documento explica de forma técnica o funcionamento do d2w, um produto atualmente regido pela norma internacional ASTM D6954


Veja o relatório completo.

O PROPÓSITO DO d2w

Proteger o meio ambiente, especialmente os oceanos, da poluição por plásticos e microplásticos persistentes.

COMO FUNCIONA?

O d2w acelera significativamente a redução do peso molecular do plástico. Durante essa redução do peso molecular, ocorre também uma transformação química caracterizada pela incorporação de oxigênio. Uma vez que as moléculas são pequenas (e oxidadas) o suficiente, elas são facilmente metabolizáveis por microrganismos normalmente presentes na natureza


O processo é simulado em laboratório em uma sequência de três etapas.


1. Em primeiro lugar, o plástico com d2w é submetido ao chamado “envelhecimento acelerado”. Nesta etapa, o plástico é exposto aos raios UV e à temperaturas que simulam a exposição solar. Anota-se aqui a redução de peso molecular, um indicador da transformação físico-química sofrida. Nesse ponto, o plástico já não é mais o “plástico” que era antes. Agora, suas moléculas são metabolizáveis por microrganismos, diferente do plástico antes dessa exposição ao “envelhecimento acelerado”. 

    


2. Na segunda etapa, o “plástico envelhecido” é oferecido a microrganismos e observa-se a biodegradação. A biodegradação é constatada, neste caso, pela maior geração de gás carbônico (CO2) quando comparada com a geração do mesmo gás em uma população similar de microrganismos que não receberam o plástico como “alimento”. Essa geração de maior quantidade de gás carbônico é o que indica e atesta a biodegradação. 


3. Por último, realiza-se um teste de ecotoxicidade. Isto é feito para garantir que o processo de biodegradação não ofereça qualquer componente indesejável aos organismos vivos no ambiente.

Com a evolução das tecnologias de biodegradação, criou-se a norma ASTM D6954 para estandardizar o procedimento de teste, compreendendo as três etapas acima delineadas. 

Abaixo, os detalhes técnicos do processo e suas normas regentes.

O processo é definido em norma pela CEN (Organização das Normas Europeias), na norma TR15351 , como: 

“a degradação resultante da clivagem oxidativa de macromoléculas mediados por células, simultaneamente ou sucessivamente”.

A ASTM D6954 é denominada:

“ Guia Padrão para Exposição e Teste de Plásticos que degradam no Meio Ambiente por uma Combinação de Oxidação e Biodegradação”.

Produtos d2w™ foram testados por laboratório acreditado ISO 17025, conforme ASTM D6954, e foram aprovados em todos os critérios nela contidos. Exemplo do resultado obtido após a fase de degradação:

“a taxa de biodegradabilidade mínima atingida foi acima de 90% em 180 dias conforme ASTM D5338 * de Biodegradação Aeróbica de Materiais Plásticos Sob Condições Controladas de Compostagem".

*"Método equivalente a ISO 14855 e que é previsto na ABNT NBR 15448-2 para medição de biodegradação”.

O tempo de degradação e biodegradação varia por conta de diversos fatores desde o tipo, cor e espessura do produto. Principalmente, dados os diversos fatores não controláveis presentes na natureza, questão de estudo e prova científica.

No entanto, norma alguma é capaz de prever todas as diferentes condições ambientais existentes no Brasil e no mundo. Sabemos, por exemplo, que o plástico exposto ao sol do nordeste apresentará uma transformação físico-química mais acelerada do que o plástico protegido por sombra em água gelada. Tal qual um galho de árvore, é impossível precisar o tempo efetivo de biodegradação dos itens plásticos no meio ambiente.

O importante é saber que, em condições similares, o plástico com d2w™ acelera enormemente o processo quando comparado a um sem d2w™. 

Veja o que diz o resultado do teste comparativo de aceleração de degradação de um plástico com d2w™ e outro sem (métodos de ensaios a ASTM D5208 e a D5510):

“A degradação do polímero é avaliada pela determinação da oxidação do polímero por espectroscopia infravermelha. O aumento na magnitude das características dos espectros infravermelhos correspondentes aos produtos carbonílicos da oxidação do polímero é registrado como densidade óptica carbonílica. Um valor de densidade óptica carbonílica de 0,0100 é considerado indicativo de degradação avançada como tal para causar fragilização espontânea. A taxa de degradação é avaliada e comparada monitorando a densidade óptica carbonílica como uma função do tempo de envelhecimento. 
As amostras foram inicialmente expostas ao envelhecimento UV fluorescente constante por um período de 48 horas. As amostras foram então expostas ao envelhecimento térmico acelerado em condições escuras. Durante o envelhecimento acelerado, a amostra de teste 11293 B (amostra produzida com d2w™) demonstrou um aumento significativo na densidade óptica carbonílica (Tabela 4). 
A amostra 11293 B demonstrou um valor de densidade óptica carbonílica de 0,0185 em 308 horas de exposição (incluindo 48 horas de exposição UV fluorescente inicial). Isso é consistente com esta amostra tendo sofrido degradação significativa. 
A amostra 11293 A (amostra sem d2w™) não demonstrou aumento significativo na densidade óptica de carbonila durante todo o teste (Tabela 4). Este resultado é consistente com esta amostra não tendo sofrido degradação significativa.”

Além de repetidos testes sob ASTM D6954 (Laboratórios Intertek), foi evidenciada a sua biodegradabilidade acelerada em ambiente marinho conforme ensaios realizados pela Universidade Queen Mary da Inglaterra e pelo Projeto Oxomar, do governo da França, que envolveu vários institutos de pesquisas marinhas.

Também, foram testados segundo as normas  ASTM D5511 e ISO 15985, que medem o percentual de biodegradação anaeróbia em biodigestores de resíduos sólidos urbanos ou aterros sanitários com resultado positivo.

O processo é definido em norma pela CEN (Organização das Normas Europeias), na norma TR15351 , como:

“a degradação resultante da clivagem oxidativa de macromoléculas mediados por células, simultaneamente ou sucessivamente”.

 

A ASTM D6954 é denominada:

“ Guia Padrão para Exposição e Teste de Plásticos que degradam no Meio Ambiente por uma Combinação de Oxidação e Biodegradação ”.

Produtos d2w foram testados por laboratório acreditado ISO 17025, conforme ASTM D6954, e foram aprovados em todos os critérios nela contidos. Exemplo do resultado obtido após a fase de degradação:

“a taxa de biodegradabilidade mínima atingida foi acima de 90% em 180 dias conforme ASTM D5338 * de Biodegradação Aeróbica de Materiais Plásticos Sob Condições Controladas de Compostagem".

*Método equivalente a ISO 14855 e que é previsto na ABNT NBR 15448-2 para medição de biodegradação”.

Além de repetidos testes laboratoriais sob ASTM D6954, foi evidenciada a sua biodegradabilidade acelerada em ambiente marinho conforme ensaios realizados pela Universidade Queen Mary da Inglaterra e pelo Projeto Oxomar , do governo da França, que envolveu vários institutos de pesquisas marinhas. Ensaios laboratoriais complementares feitos seguindo a norma ISO 24187:2023 comprovaram que nenhum microplástico persistente restou no solo composto após o processo de biodegradação, nas condições específicas de ensaio e dentro dos limites analíticos do método utilizado.

Também, foram ensaiados em laboratório segundo a norma ASTM D5511, que mede o percentual de biodegradação anaeróbia em biodigestores de resíduos sólidos urbanos ou aterros sanitários com resultado positivo. 

Esses resultados não devem ser interpretados como garantia de ausência de partículas em todos os ambientes naturais possíveis.

O tempo de degradação e biodegradação varia por conta de diversos fatores, desde o tipo, cor e espessura do produto e, principalmente, dados os diversos fatores não controláveis presentes na natureza. 

No entanto, norma alguma é capaz de prever todas as diferentes condições ambientais existentes no Brasil e no mundo. Sabemos, por exemplo, que o plástico exposto ao sol do nordeste apresentará uma transformação físico-química mais acelerada do que o plástico protegido por sombra em água gelada. Tal qual um galho de árvore, é impossível precisar o tempo efetivo de biodegradação dos itens plásticos no meio ambiente.

O importante é saber que, em condições similares, o plástico com d2w™ acelera enormemente o processo quando comparado a um sem d2w™. 

Veja o que diz o resultado do teste comparativo de aceleração de degradação de um plástico com d2w™ e outro sem (métodos de ensaios a ASTM D5208 e a D5510):

“A degradação do polímero é avaliada pela determinação da oxidação do polímero por espectroscopia infravermelha. O aumento na magnitude das características dos espectros infravermelhos correspondentes aos produtos carbonílicos da oxidação do polímero é registrado como densidade óptica carbonílica. Um valor de densidade óptica carbonílica de 0,0100 é considerado indicativo de degradação avançada como tal para causar fragilização espontânea. A taxa de degradação é avaliada e comparada monitorando a densidade óptica carbonílica como uma função do tempo de envelhecimento. As amostras foram inicialmente expostas ao envelhecimento UV fluorescente constante por um período de 48 horas. As amostras foram então expostas ao envelhecimento térmico acelerado em condições escuras. Durante o envelhecimento acelerado, a amostra de teste 11293 B (amostra produzida com d2w™) demonstrou um aumento significativo na densidade óptica carbonílica (Tabela 4).  
A amostra 11293 B demonstrou um valor de densidade óptica carbonílica de 0,0185 em 308 horas de exposição (incluindo 48 horas de exposição UV fluorescente inicial). 
Isso é consistente com esta amostra tendo sofrido degradação significativa. A amostra 11293 A (amostra sem d2w™) não demonstrou aumento significativo na densidade óptica de carbonila durante todo o teste (Tabela 4). Este resultado é consistente com esta amostra não tendo sofrido degradação significativa.”

Compare a diferença na tabela e no gráfico:

(tabela 11293)
A tabela 4 mostra que o plástico com d2w™ (identificado como 11293 B) degradou mais rapidamente do que a amostra sem d2w™ (identificada como 11293 A).
Descobrir



O gráfico da figura 2 ilustra, comparativamente, a degradação do plástico d2w™ (linha vermelha) e o sem d2w™ (linha azul) em horas, em condições laboratoriais. 

Sabemos que o descarte incorreto ou acidental na natureza é uma possibilidade real. Sabemos, também, que o plástico não-biodegradável tem elevada persistência ambiental, com forte tendência a se acumular. 

O d2w™ reduz o tempo de permanência do plástico no meio ambiente: é uma apólice de seguro muito bem vinda. 

Nota-se, no entanto, que o d2w™ não dá a “autorização para poluir”. Pelo contrário, d2w™ é um aliado social num sistema que, idealmente: 

  1. ​utiliza plástico sem desperdícios; 
  2. coleta o máximo de plástico pós-consumo possível; 
  3. ​destina o máximo possível para reciclagem e; 
  4. biodegrada-se rapidamente nos infelizes casos de descarte incorreto ou acidental. 

A resposta ecológica mais inteligente deve ser a combinação de todas as tecnologias e hábitos disponíveis para a humanidade.

Sim, pode ser reutilizado quando possível e permitido pelos regulamentos vigentes e contanto que o processo de degradação não tenha sido iniciado.

d2w™  é certificado pela Biodegradable Plastics Association (BPA) e pelo InBioPack – Instituto Internacional da Circularidade e Biodegradabilidade das Embalagens. 

 Produtos fabricados com d2w™ podem ser testados e autenticados como legítimos com uso de aparelho específico pelo Instituto InBioPack. Esse processo garante, assim, a autenticação e a proteção contra falsificação.

aerial view photography of island

ENTRE EM CONTATO

Descubra como utilizar o dw2™​ no seu produto, embalagem, linha de produção ou distribuição. Descubra como fazer parte da solução, em prol do meio ambiente.

E-mail

resbrasil@resbrasil.com.br

Telefone 

​+ 55 (19) 3871-5185


Em caso de dúvidas e para ter acesso a documentação comprobatória, entre em contato conosco. Para saber mais sobre o que são os plásticos biodegradáveis, entre no  site do InBioPack .


d2w é marca registrada da Symphony Environmental, detentora da tecnologia e fabricação do polímero biodegradável usado na produção desta embalagem.  Symphony Environmental foi eleita Empresa ESG do Ano pela Small Cap.

O SELO “EMPRESA ESG DO ANO” PELA SMALL CAP – 2021" NÃO PODE SER UTILIZADO EM NENHUMA CIRCUNSTÂNCIA DIFERENTE DA QUE NESTE DOCUMENTO. QUALQUER OUTRA INFORMAÇÃO, ALEGAÇÃO, VANTAGENS AMBIENTAIS, CONFORMIDADE COM LEIS E/OU PROPAGANDA DIFERENTES DAS INFORMAÇÕES QUE CONSTAM NESTE DOCUMENTO SÃO DE RESPONSABILIDADE DO FABRICANTE DO PRODUTO E/OU DA EMPRESA QUE O DISTRIBUI. ESTE DOCUMENTO PODE SER REPRODUZIDO E DIVULGADO SOMENTE NA SUA ÍNTEGRA.

Todos os direitos reservados para Symphony Environmental™ e Res Brasil LTDA®, 2024.